segunda-feira, 6 de junho de 2016

Dicas para uma relação estável entre escola e família


Um dos aspectos mais relevantes quando se trata de ensino/aprendizagem é a base familiar. Como sabemos, é a família quem educa os filhos e a escola escolariza alunos! Mas não é sempre assim que acontece quando nos detemos a uma perspectiva ilusória.
Quem nunca se deparou com as seguintes frases: Eu queria que meu filho ficasse na escola o dia todo! ou então Ah meu Deus! Hoje já é sexta! ou melhor Eu não tenho mais o que fazer com essa criança. Ela não quer nada com a vida e eu não tenho poder sobre ele. Essas frases são decorrentes quando o professor ver a necessidade de procurar a família devido ao mau desempenho da criança na escola, ou até mesmo quando o professor se despede do aluno (a) numa sexta-feira; mas por quê essas frases são demasiadamente pronunciadas?
Vejamos que, uma família bem estruturada terão filhos bem sucedidos! Nem sempre isso ocorre, ah então isso não tem nada haver, a questão de família educar e escola escolarizar. Sim, tem tudo haver, não estamos aqui dando uma receita pronta pra que seu filho seja um aluno bem sucedido, e sim, levantando algumas hipóteses de como reverter a situação de mau aluno para bom aluno.
Pois bem, uma dica importante para a família conseguir um quadro significativo de seu filho na escola é observar o comportamento em casa, ou seja, se ele está atento para os deveres de casa, se não, é hora de agir. Pôr um limite nos compromissos de seu filho. Ah, mas eu não tenho tempo! Sempre arranjamos um tempinho pra tudo.
Outra dica para a família: esteja frequente na escola, ou até mesmo ligue para professor, entre em contato, pois a partir do momento que o professor, coordenação e direção está vendo sua insistência em ajudar seu filho, a escola se sentirá mais apoiada e assim, também, estará voltada para a melhoria de seu filho.

Agora, vejamos o contrário: é o professor que precisa buscar a família, o apoio familiar, então vamos lá.
A primeira dica é tentar conhecer um pouco mais daquele aluno. Ah, mas não tenho como fazer isso, conhecer cada aluno da sala. Lógico, mas pode tentar, não todos ao mesmo tempo, mas no decorrer das necessidades. Ao perceber um pouco mais, verá que aquele aluno pode trazer consigo algum trauma, alguma resistência que faz com que ele não se detenha as suas aulas. E aí? Depois que conhecer o real problema, a próxima dica é tentar conversar com ele, se aproximar mais, assim ele terá um pouco mais de confiança e se refugiará contigo. Não estou falando em você tomar as responsabilidades da família, mas tentar amenizar o mau desempenho desse aluno. Então, continuando, a partir de agora a última dica, buscar conversar com os responsáveis, enxergar o real problema e tentar de certa forma cativar e abrir a mente da família. Mas como? Isso é o mais difícil, mas não impossível. Chame-a para uma reunião na escola, mostre suas anotações diárias do desempenho do aluno, observe o semblante do responsável para saber se ele está prestando atenção em tudo; converse seriamente sobre as consequências que isso poderá trazer, e no final pergunte se realmente é aquele futuro que querem para os filhos. Mostre os pontos positivos (PRINCIPALMENTE), e perceba o quão ficarão felizes por saberem que seus filhos se esforçam.
Ah, mas isso já fizemos, procuramos a família, buscamos os conselhos, fizemos de tudo. Talvez sim, mas tentar sempre nunca faz mal. Talvez não procuraram a alternativa de maneira correta, talvez não chegaram aos seus alunos de maneira correta. Talvez um pouco mais de amor, de carinho. Essa profissão é árdua, mas muito gratificante, e além de tudo, sabemos que requer muito mais que compromisso e responsabilidade, sim, estou falando de afeto, carinho, companheirismo, de AMOR.
 

2 comentários:

  1. site com tudo que se precisa para saber educar

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    1. Obrigada Ayrton; é só uma forma de ajudar. Deixem comentários sobre o que gostariam de ler. Ok.

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